quarta-feira, 5 de outubro de 2011

APOLOGIA A DRUMOND

   Conheci  Drumond pela sua preciosa coletânia,poeta impécavel modernista,versava em prosa prosava em verso,tanto faz. Ele era tribuno no que a poesia encerra, administrador de palavras.
Sabia com ninguem brincar com as palavras, era íntimo do unverso delas. Drumond era um poeta
de natureza tímida, não era dado as paixões mundanas, viveu afastado da mídia como um anônimo, mas não era apagado, foi consagrado pela crítica como um dos maiores poetas brasileiro. Teve presença muita ativa no mundo literario,pincipalmente no movimento modernista.
   Ele foi um gigante das letras,isso ninguem pode negar, quando ele tombou em seu túmulo, o mundo literário ficou mais pobre. Que Deus o tenha descansando onde estiver.

Um comentário:

  1. mil vezes o conhecemos,
    revestido de sua mórbida timidez.
    quando mais o amávamos,
    reclama para si
    que lhe receitem um infarto fulminante.
    depois, morre
    como um pássaro abatido.
    carlos
    drummond
    de andrade;
    êita homem besta,
    meu deus!

    wmm

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