Há onze anos, Boyd Graves, um advogado pós-graduado pela Academia Naval dos EUA, descobriu que era soropositivo. Em vez de aceitar a suposta sentença de morte, ele resolveu aprender tudo o que podia sobre a doença, na esperança de encontrar uma cura, e não ficou nada esperançoso com o que encontrou. Com base em informações de domínio público e por meio do Freedom of Information Act (“Ato de Liberdade de Informação”, lei federal que permite a divulgação total ou parcial de informações inéditas e documentos controlados pelo governo norte-americano), ele concluiu que o governo dos EUA estava envolvido num projeto intitulado Special Virus Cancer Program.
Em 1999, Graves descobriu o Fluxograma Especial de Vírus Câncer 1971, que concretiza o desenvolvimento em laboratório de vírus projetado para atacar e prejudicar o sistema imunológico das pessoas com ascendência africana.
Uma citação atribuída a Graves aponta que
“Os Estados Unidos patentearam a cura para a Aids em 1997 e o número de patentes é 5676977. Eu digo às pessoas para irem ao Google e acessarem o arquivo de patentes dos EUA. Eu digo a elas para irem à biblioteca principal e buscarem a base de dados do ‘Special Virus Cancer Program’, e elas vão encontrar pelo menos três, quatro ou cinco desses relatórios de progresso sobre o desenvolvimento do HIV. Alguns desses relatórios são de domínio público.”
Segundo os documentos, em 1977, um programa de vírus secreto federal produziu 15 mil litros de Aids. O registro revela que os Estados Unidos foram representados pelo Dr. Robert Gallo e a antiga URSS foi representada pelo Dr. Novakhatsky, do Instituto Ivanosky. Em 21 de agosto de 1999, o mundo viu pela primeira vez o fluxograma do lote para diluir a população negra conhecido como Population 2000, da OMS.
Link LiveLeak | Khalid Yasin, professor americano, alerta sobre o Population 2000 da OMS
Link YouTube | Dr. Luc Montagnier, ex-colega do maior expert em HIV do mundo, Robert Gallo, comenta como se livrar da Aids
Segundo Montagnier, um sujeito pode ser expostos diversas vezes ao HIV sem ser cronicamente infectado, livrando-se do vírus simplesmente por possuir uma boa nutrição e um sistema imunológico ativo. A prova disso são os chamados casais sorodivergentes, que transam sem método de proteção e muitas vezes o homem não contrai a doença, de acordo com o Dr. Health. Nota-se que boa parte dos efeitos que observamos nos pacientes com Aids coincidem com os efeitos colaterais provenientes da zidovudina, ou AZT, como anemia, fraqueza, diarreia, estomatite, diminuição dos leucócitos, manchas na pele, perda de apetite, ulcerações, náuseas, entre outros.
No entanto, um ano antes do registro da patente 5676977, em 1996, houve a associação da zidovudina com outros quimioterápicos (a chamada HAART), o que deu resultados fantásticos, aumentando a sobrevida global dos pacientes, como me explicou o Dr Health. Citando como exemplo, a amoxicilina, que é ineficaz para estafilococos, embora seja uma bomba para estas bactérias, quando associada a clavulanato, ele também apontou uma incógnita importante: “Será que os sintomas já não seriam fruto da ineficácia da zidovudina também?”

Boyd Graves: "Presidente Bush, quando os EUA vão se desculpar pelo programa secreto de desenvolvimento do vírus?"
Uma das grandes questões sobre a existência da doença também é levantada quanto ao diagnóstico, já que o mesmo é feito principalmente por meio da simples contagem do leucócito CD4. Desta forma, o vírus do suposto portador jamais é isolado e identificado, o que também levanta dúvidas sobre a entrevista feita a quem se submete ao teste ou não. Porém, o Dr. Health discorda deste aspecto, dizendo que há uma espécie de isolamento do vírus por meio de um exame de carga viral, cujo custo impede a utilização como triagem, pois levaria qualquer sistema de saúde à falência. “Se não me engano, [o exame] é feito por intermédio de PCR, que é uma espécie de reconstrução de material genético”, esclarece.
Em outros termos, penso que se houvesse um diagnóstico confiável, questões como vida sexual, uso de drogas intravenosas ou qualquer interação social paciente/profissional da saúde não deveria influenciar o resultado de uma infecção.
Finalmente, o teste de Aids está sob patente de uma das maiores companhias médicas do mundo, os Laboratórios Abbott, que pertencem à “estimada e limpa” família Rockfeller, e a cada ano cientistas disputam a tapas esta concessão. “Um laboratório ganharia bilhões com essa patente, sem contar toda a fama e louros da façanha. É um negócio da China e, creio eu, muito mais lucrativo que manter uma doença a longo prazo. Estranho que não tenha vindo à tona”, concluiu Dr. Health.
Nota do autor: revisão de conteúdo feita por Dr. Health.
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