domingo, 6 de novembro de 2011
Os olhos disse: Melhore o som das músicas que você ouve com um upg...
A Vitória de Cristina Kirchner

Há três anos eu estava na Argentina quando o governo de Cristina Kirchner sofreu sua pior derrota, na rejeição do Congresso a sua proposta de taxar as exportações do agronegócio. A popularidade da presidente estava em 20% e muitos acreditavam que ela renunciaria. Dois meses atrás, em outra visita a Buenos Aires, a presidente havia se fortalecido e ganhou com facilidade as primárias. Agora se reelegeu em primeiro turno, com os maiores percentuais de voto (54%) e de distância para o segundo colocado (37%) desde o retorno da democracia.
É uma das guinadas eleitorais mais impressionantes da América Latina, em especial porque ocorreu em meio a problemas sérios, como inflação alta, escândalos de corrupção e conflitos com a imprensa. O segredo do sucesso passa pela economia, mas também pela impressionante estrutura de poder do peronismo, em contraste com a fragmentação partidária após a crise de 1998-2002.
Cerca de dois terços das exportações da Argentina são commodities e o país se beneficiou muito da conjuntura global da última década, aumentando bastante as vendas de soja e de vinho ao exterior. O mercado interno também voltou a crescer, em especial na construção civil, e em 2005 o PIB ultrapassou o nível anterior ao da crise. O desemprego também caiu bastante, para 9%. Ou seja: a vida material melhorou muito com relação à catástrofe dos anos recentes. Ainda que persistam dificuldades como a inflação alta (estimada em torno de 25% ao ano), agravada pela manipulação dos índices oficiais, que insistem em apontar um índice de um terço disso.
Durante a crise os argentinos gritavam “que se vayan todos” para a elite política. Não foi exatamente o que ocorreu, mas houve uma mudança significativa no quadro partidário, com o surgimento de vários pequenos partidos. O tradicional sistema bipartidário (peronismo e UCR) virou um regime com meia dúzia de siglas disputando o poder. Os Kirchner ocupam a presidência desde 2003 e tiveram enormes dificuldades em lidar com as diversas facções dos seguidores de Perón, mas continuam a ter uma grande vantagem sobre a oposição, dividida em pequenas agremiações somam em conjunto menos de um terço dos votos.
A morte de Néstor Kirchner, no fim de 2010, acabou se revelando um bônus político para a viúva. Hoje está claro que o ex-presidente era o elemento mais conflituoso no casal e que sem ele Cristina conseguiu construir relações mais moderadas com o agronegócio e mesmo dentro do peronismo. A estrela em ascensão no partido é o vice-presidente eleito, Amado Boudou, ex-ministro da Fazenda, um economista de origens liberais que pode ser uma ponte com os empresários. O sucesso eleitoral faz com que muitos dissidentes peronistas se reaproximem de Cristina, em particular na crucial província de Buenos Aires, que concentra 40% dos votos.
A Argentina já foi mais rica do que a Espanha e o Brasil, mas seus últimos 40 anos foram de declínio constante. Quase 80% das 500 maiores empresas do país pertencem a estrangeiros. O nacionalismo econômico dos Kirchner não foi capaz de reconstruir uma coalizão pró-indústria, mas o governo retomou o controle de alguns setores que haviam sido privatizados (água, estaleiros, ferrovias, correios, fundos de pensão, linhas aéreas) e incentivou empresários nacionais a obter a maioria das ações em firmas que estavam sob direção externa.
Falta ao país o dinamismo das empresas globais que começam a surgir em outras nações latino-americanas, sobretudo no Brasil, México e Chile. O sistema político também tem se mostrado inadequado, polarizado e centralizador. São problemas intensos para a Argentina contemporânea, mas ao menos o período mais díficil, de crise econômica aguda, foi superado.
PRACAS DO BRAZIU (PARTES 1201 A 1220)
Enviadas por Conrado Sanches, Taciana Zazoulich, Sandro Camara, Fernando Rodrigues, Júlio Baldini, Francis Junior, Brasilino Bittencourt, Ricardo Melão, Gabriel Valente, André, Rafael Oehmen, Fabiano Weber, Luccas Dal Ponte, Raimundo Correa, Maik Mello, Fernando Rodigues, Luiz Isaac, Vinícius Lee e Remi Maes.
Melhore o som das músicas que você ouve com um upgrade de US$39
Se você ainda pluga seus fones de ouvido ou alto-falantes na placa de som integrada do seu PC, mas quer saber o que os audiófilos estão aproveitando, experimente esta placa de som USB por US$39. Você pode adquiri-la mesmo no Brasil.
O novo Hifiman Express HM-101, uma placa de som USB portátil, melhora drasticamente a qualidade do som nas músicas do seu computador, de acordo com a Cnet. E o conversor digital-analógico de laptops da Apple é bom o bastante – mas não é ótimo.
Basicamente, esta pequena placa de som USB converte melhor os zeros e uns do seu disco rígido em um sinal analógico para enviar a seus fones de ouvido ou caixas de som. O HM-101 é pequeno e bem simples: ele é ligeiramente maior que um iPod Nano, e tem uma entrada USB e duas saídas – uma para fone de ouvido, outra pra alto-falante.
A Hifiman geralmente faz produtos de qualidade superior – e com preço mais alto – para o mercado de audiófilos. Você não terá qualidade para audiófilo com o HM-101, mas ele vai melhorar perceptivelmente a qualidade do som na sua música. Se você gostar muito, há centenas e milhares de dólares que você pode gastar para melhorar a qualidade do som – este é só o começo da audiofilia.
A HeadDirect entrega no Brasil cobrando mais US$10 de frete. Por US$49 (~R$85), você acha que vale a pena? [HeadDirect via The Audiophiliac]
APOLOGIA A VIDA,O POEMA
Que seja um um velho
Relógio de parede
Um despertador comum talvez
Para despertar te do sono
Com o som de uma marcha fúnebre
Fazer te levantar da cama
Com o embalo do tempo
E ir ao cortejo
Do funeral das horas
Não pensando no amanhã
Do dia seguinte
Como um soldado que vai
A guerra sem extratégia pra vençer
Ao encontro da morte
Ou o atleta olimpíco que vai
a uma maratona despreparado
Para vencer e trazer medalhas
Pense em um sonho que venha
Lhe valer algo além
Do que pensam os outros
Conquiste o não desanime.
sábado, 5 de novembro de 2011
Steve Jobs planejava destruir o Android a qualquer custo
A biografia autorizada de Steve Jobs, que chega hoje as lojas brasileiras, traz uma série de revelações de sua vida pessoal e profissional, incluindo suas visões críticas sobre o Google e a plataforma Android. Veja alguns trechos abaixo:
Ao comentar sobre a possibilidade de levar o iTunes para o Android, assim como a Apple fez para os usuários do Windows, o próprio Jobs descartava qualquer ideia que pudesse deixar os usuários contentes:
“Nós pensamos se deveríamos fazer um cliente de música para o Android. Nós colocamos iTunes no Windows para vender mais iPods. Mas eu não vejo uma vantagem de colocar a nosso próprio app de música no Android, exceto para fazer os usuários do Android felizes. E eu não quero fazer os usuários do Android felizes”.
Ele também destacava o Google como parte do eixo do mal:
“A IBM foi essencialmente a Microsoft em seu pior estado. Eles não eram uma força de inovação, eles eram uma força para o mal. Eles eram como ATT ou Microsoft ou Google são”.
Em um encontro com Eric Schmidt, Jobs declarou que não aceitaria qualquer dinheiro do mundo e que o Google deveria parar de usar suas ideias no Android. Quem lembra, é o próprio Schmidt em uma entrevista para o livro:
“Passamos metade do tempo falando sobre assuntos pessoais, e metade do tempo em sua percepção de que o Google havia roubado os projetos de interface de usuário da Apple”, lembra Schmidt. “Eu não estou interessado em resolver. Eu não quero seu dinheiro. Se você me oferecer US$5 bilhões, eu não vou querer isso. Eu tenho muito dinheiro. Eu quero que você pare de usar nossas idéias no Android, isso é tudo que eu quero”.
O executivo da Apple também havia anunciado uma guerra termonuclear contra o Google:
“Eu vou gastar até meu último suspiro se eu precisar, e eu vou gastar cada centavo dos US$40 bilhões que a Apple tem no banco, para corrigir este erro”, disse Jobs. “Eu vou destruir Android, porque é um produto roubado. Estou disposto a fazer uma guerra termonuclear sobre isso”. Jobs usou um palavrão para descrever o Android e o Google Docs, o programa de processamento de texto.
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BRASIL,TERRA DO CONTRARIO
Naquela época a Europa vem ampliando cada vez mais o seu transporte ferroviário e o Brasil cada vez mais deminuindo. Naquele momento era um mal necessário, o país precisava industrializar se e o governo foi obrigado a abrir iniciativa para capital estrangeiro, concedendo condiçôes de empresas montadoras de veículos e fabricantes de pneus a se instalarem em solo brasileiro. Com esse atendimento aos grandes interesses dos grupos econômicos, o povo está pagando tudo excivamente muito caro. Até quando o brasil será a terra do contrario em tanta coisa.






















